Postado em: 12/06/2018 - Últimas Notícias

Três companhias de diferentes setores inauguram espaço de inovação em Curitiba

[:pb]Espaço de inovação está localizado no centro de Curitiba – FOTO: 

Financeira Barigui, operadora de ferrovias Rumo e empresa de tecnologia e serviços Bosch criaram Distrito-Spark Cwb

Promover a inovação dentro das companhias fundadoras da iniciativa e ao mesmo tempo propiciar um espaço de empreendedorismo em Curitiba. Esses foram os objetivos da financeira Barigui, da operadora logística Rumo e da indústria de tecnologia e serviços Bosch, que criaram o Distrito-Spark Cwb, espaço que já abriga 12 startups e apoiadores e vai ampliar de tamanho até o início de 2019.

A ideia é aproximar as startups curitibanas e as grandes companhias. “Fui apresentada a um grupo de empresas que já atuam com inovação aberta e firmamos parceria com a Rumo e a Bosch”, diz Maria Teresa Fornea, diretora executiva do conglomerado financeiro Barigui.

Apesar de ser executiva, Maria Teresa também tem experiência com startups, já que é cofundadora e CEO da Bcredi, uma spin-off (empresa surgida dentro de outra, a partir de uma nova área de negócios) do grupo financeiro. A profissional via a necessidade da criação de um hub de inovação que aproximasse empresas nascentes de grandes companhias em Curitiba, como já acontece com o Cubo (apoiado pelo Itaú Unibanco) e o Habitat (do Bradesco) em São Paulo.

Localizado em um andar do prédio de inovação da FAE Business School, no centro de Curitiba, o projeto foi resultado da parceria entre as três empresas – Barigui, Bosch e Rumo – e também do Distrito, plataforma de inovação para startups e corporações.

No momento, a capacidade é de 66 postos de trabalho e há cerca de 12 startups instaladas no local. Para 2019, um novo andar será inaugurado e mais empreendedores vão atuar no Distrito-Spark Cwb.

Para atuar no local, as empresas nascentes precisam oferecer algum produto ou serviço que seja de interesse das três companhias. Futuramente, as fundadoras do espaço pensam em estruturar programas de aceleração de negócios e possivelmente investir nas startups.

Fonte: DCI – Diário Comércio, Indústria & Serviços

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